domingo, 21 de março de 2010

RODADAS DE NEGOCIAÇÃO NÃO AVANÇAM.

Após 04 rodadas de negociação junto aos representantes da Prefeitura, sem avanço, reuniões que contaram com os secretários de Administração, Finanças e pessoal de outros setores, a diretoria do SINDSERVI espera para esta última semana de Março a resposta escrita da pauta de reivindicação de 2010. Neste ano os servidores municipais reivindicam uma reposição salarial de 20%, incentivo à sala de aula de 20%; pagamento do pessoal de saúde referente aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2008 (CAPS, CEMUR e CEO); e educação, referente à corte salarial dos meses de novembro e dezembro de 2008; ainda Plano de Saúde, Regularização do Conselho Fiscal e Administrativo da ITAPREV, bem como a regularização do seu Controle Interno, reformulação das Leis (Estatutos e Planos) que regulamentam o trabalho do servidor público, licença - prêmio e a regularização da Guarda Municipal, além de outras reivindicações. Dois pontos causam impasse na negociação: uma, o percentual de reposição que ainda não foi definido pelo governo; o outro: a data para reposição, pois a entidade reivindica o mês de março, vez que o salário mínimo foi reajustado em Janeiro. Quanto à data base de reposição, apesar de documento assinado pelo prefeito João Almeida Mascarenhas nas negociações do ano passado, que previa a reposição para Março de 2010, segundo o Secretário de Administração, Alberto Leal, não será possível respeitar o termo. Alega que o retroativo de reposição salarial referente à Março de 2009, de 7%, é um dos empecilhos para garantir a reposição ainda neste mês de Março. E a queda de receita é outro para garantir uma reposição significativa, que atenda aos anseios dos servidores. A diretoria do SINDSERVI, não satisfeita, espera a resposta parcial, por escrito, da pauta de reivindicação, para convocar a assembleia e submetê-la a discussão, e de agora em diante passar parte da responsabilidade da negociação aos servidores, que deverão se posicionar diante das imposições do governo municipal. Caso necessário o apelo à paralisação (ou greve) será um dos caminhos para ampliar a discussão.